Naruto - Boruto RPG

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[Evento] Dia do Professor - Final

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1[Evento] Dia do Professor - Final - Página 2 Empty [Evento] Dia do Professor - Final em Dom Nov 03, 2019 12:22 am

Um

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Relembrando a primeira mensagem :

Evento - Dia do Professor - Final

Este tópico tem como função, iniciar e finalizar o Evento de Dia do Professor.


Situação

Não havia se passado mais do que meio dia, desde que Hitsugaya e Asami, jovens shinobis da aldeia da folha foram convocados pela acadêmica ninja para ocuparem o lugar de Sensei substituto, para duas salas diferentes. Cada um deles, acabava enfrentando seus próprios desafios ao lidar com os estudantes da academia, mas logo que o sinal para o intervalo, ao meio dia, batia, indicando a hora do almoço, algo surpreendente e perigoso ocorria na pacata academia ninja.

Ainda dentro de suas salas, com seus alunos, Asami e Hitsugaya se deparavam com um segundo barulho, muito mais alto do que o anterior, e muito diferente. Era como se um trovão tivesse caído próximo deles. Juntamente ao barulho, o solo tremia em uma espécie de terremoto. As estruturas próximas balançaram e vidros das janelas quebravam em vários pecados. Era possível observar inclusive, rachaduras nas paredes de ambas as salas, que ocupavam um mesmo prédio, lado a lado.

Os aspirantes a sensei, Asami e Hitsugaya, assim como as crianças, seus alunos, sentiam logo em seguida uma poderosa e sinistra intenção assassina que chegava ate eles. As crianças, ainda muito inexperientes, paralisavam perante aquilo, restando a Hitsugaya e Asami cuidar da situação.


Asami, ja havia recebido uma visão através de seu Mangekyougan, ela estava precavida. Usando suas bias conversas e liderança, Asami junta as crianças no fundo da sala, criando ao redor deles, um poderoso cubo rosado que agia como uma forte proteção. Ela se posicionava um pouco a frente deles, cerca de 2 ou três metros. Esperando pelo inesperado.

Hitsugaya, sem muitas habilidades para proteger seus alunos, apenas afastava as crianças das portas e janelas e as agrupada no fundo da sala, ele então ativava sua herança Hyuuga. As veias saltavam nas têmporas de Hitsugaya e ele tinha uma visão privilegiada.

Os olhos de Hitsugaya, viam a sala ao lado, onde uma garota ruiva se colocava na frente se uma espécie de cubo estranho, na qual seus olhos não podiam enxergar tão bem, a visão dentro do cubo ficava turva, mas era possível ver silhuetas humanas dentro. Do lado de fora das salas, envolto por uma fumaça gerada pela queda, uma pessoa de longos cabelos se levantava, uma mulher. Ele conseguia ver claramente sua circulação de chakra, que parecia muito incomum, com um cor escura e roxa, quase negra. Esse chakra fluia para dentro do corpo da mulher de dois brincos que ela usava nas orelhas. Algo muito incomum, se não estranho, era que o chakra da garota na sala ao lado (Asami) e o chakra daquela que estava com os brincos eram extremamente parecidos, ate mesmo idênticos, porém opostos, de alguma forma "opostos complementares".

Ação desta rodada

[Evento] Dia do Professor - Final - Página 2 Teresa.600.1731763

A poeira abaixava revelando uma linda mulher de cabelos claros, roupas acinzentadas com proteções metálicas nos ombros, cintura, mãos e pés. Ela desembaiava uma grande lâmina cinza de dois gumes, muito pesada para sua estatura ou constituição física,  mas a movendo como se portasse apenas um fino e leve galho, ela "cortava" o ar a sua frente, gerando um impulso de ar tremendo que avançava contra as salas.

Hitsugaya conseguir visualizar tudo aquilo, mas Asami se mantinha na expectativa. O impulso, era poderoso o suficiente para estourar completamente as paredes frontais de ambas as salas, nas quais estavam Asami e Hitsugaya. A medida que as paredes estouraram, as telhas que cobriam as salas eram lançadas também, varrendo os telhados... Muitas pedras, geradas pela destruição das paredes avançavam contra Hitsugaya, Asami e as crianças atrás deles. Qual seria a reação dos dois?

Konoha:

Hitsugaya

Status
HP: 98
Chakra: 112,5 - 9 = 103,5
Stamina: 82,5

Byakugou: 681 Chakra Senjutsu
Habilidade de regeneração: Ativação automática

Atributos
Força: 8
Destreza: 11
Constituição: 11
Manipulação de Selos: 10
Manipulação de Chakra: 40
Percepção: 8
Raciocínio: 30
Determinação: 6
Carisma: 2
Sorte: 0

Equipamento
Armadura Sombria. Buff C (+ 20%, base RAC) Força e Destreza

Técnica em uso
Byakugan. Buff A (+ 60%, base MCH) destreza, Buff S (+ 80%, base MCH) percepção. Gastou de 9 chakra por rodada.

Asami

Status
HP: 78
Chakra: 138,5 - 15 = 123.5
Stamina: 21

Sino da sacerdotisa 100 - 10 = 90

Atributos
Força: 0
Destreza: 0
Constituição: 1
Manipulação de Selos: 0
Manipulação de Chakra: 10
Percepção: 3
Raciocínio: 7
Determinação: 2
Carisma: 8
Sorte: 0

Técnica em uso
Cubo perfeito - B. Contagem: 10 (MCH) + 20 (Base) = 30 Eficiência. Gasto de 15 Chakra, apenas nesta rodada por ser um selamento.

Técnica Pré-ativada
Técnica da Barreira do Sino - C. Contagem: 10 (MCH) + 14 (Base) = 24 Eficiência. Gasto de 10 Chakra, consumido na pré ativação, quando a técnica se ativar não haverá gasto.

Invasor:

???

Status
HP: 99
Chakra: 83
Stamina: 106 - 20 = 86

Atributos
Força: 23
Destreza: 20
Constituição: 27
Manipulação de Selos: 
Manipulação de Chakra: 
Percepção: 12
Raciocínio: 10
Determinação: 16
Carisma: 
Sorte: 0

Extra
O chakra estranho fluindo pelo corpo dela, até o momento não criou qualquer efeito.

Técnica usada:
Técnica Desconhecida - A. Contagem: 20 (DES) + 26 (Base) = 46 Eficiência.


21[Evento] Dia do Professor - Final - Página 2 Empty Re: [Evento] Dia do Professor - Final em Ter Dez 03, 2019 10:57 pm

Ilusionista

Ilusionista
Narradores
Narradores
Post de Ambientação
Rize POV
Estava no calor do momento, atravessando as ruas que, a cada nova esquina, parecia cada vez mais vazia. Sendo sincera, pouco me importava com isso. Sempre que tem um olhar alheio, um olhar curioso para minha carne, vem de lábios munidos de ódio gratuito. Um veneno aceito como uma linguaria, uma normalmente... Merda.
O pensamento era interrompido quando, no meio de minha travessia impaciente, o "senhor destino" bate a minha porta. Estava a um sinal da academia e o desespero, como um fogo latente, sobe queimando minha garganta em forma de palavras profanas. 
- Porra, cheguei atrasada de novo?! A Professora vai me matar... Bem, se ela não fosse uma múmia de mil anos né... - Reclamava alto, sem me importar que outros ouvisse. De fato, eu desejava isso. Queria ser vista, queria Existe, custe o preço que custar. - Tá na hora de inventar mais uma desculpa... Acho que a da avó doente não cola duas vezes na mesma semana ou seria a terceira? 
Falava comigo mesma, em uma voz estridente. Apesar do humor ácido, da língua de cobra, havia dor por trás das cortinas. Um desejo de ser visto como mais uma, um desejo puro e muito - mais muito - irritante. A dor oculta, o sentimento por trás de cada "grito", escapa enquanto - com força - sufocava meu arco. Sufocava a única coisa que não me olhou torto.
Suspirando, com um sorriso tomando conta de meus lábios e a ansiedade acorrentado minhas pernas, passaria em disparada pela porta da vazia academia e atravessaria seus corredores em busca de vida inteligente. Não queria ser deixada de fora, não dessa vez.

Vazio né? A porra dos garotos nem me esperaram pro treino... Sabe como é, medo de apanhar pela décima vez.

Detalhes:
- Em Itálico são os pensamentos mais diretos da Personagem.

22[Evento] Dia do Professor - Final - Página 2 Empty Re: [Evento] Dia do Professor - Final em Qua Dez 04, 2019 4:45 am

Um

Um
Staff
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A tensão existente no local quase podia ser cortada com uma faca de tão densa. O ar estava parado, até ele silenciava perante a tudo aquilo. As mínimas sensações, por mais triviais que fossem eram algo a se levar em conta perante ao perigo da situação.

No centro do cerco de árvores parcialmente destruído, estava ela, a invasora que antes linda, jovem e inabalável, agora exibia cada vez mais sua desgraça. Com um corpo seco, desnutrido e literalmente no fim de sua vida, mostrava sua face mais terrível. Inabalável, ela ainda estava com toda certeza, em posse de quatro dragões de energia escura e roxa, ela havia controlado completamente a situação. Com Hitsugaya preso ao solo, entre ele e as presas dos dragões, com Asami desacordada com os dentes cravados em seu corpo e presa entre eles e as árvores a metros do solo. Não havia nada que se podia fazer. Mikkel e Zori em um transe bizarro, com suas energias sendo extraídas para fora de seus corpos infantis, os dragões restantes abriam suas bocas e lentamente começavam a absorver tais energias. Corpos esguios e translúcidos, feitos da energia roxa que emanava da invasora engoliam lentamente tudo que saia doa infantes. A luz de Zori escorregava pela garganta de um dos dragões, assim como a escuridão fazia o mesmo pelo corpo da outra fera espectral. O precesso, no entanto era lento, mais lento do que eles gostariam, isso talvez fosse de grande valia para aqueles que lutavam arduamente contra o monstro que invadira a academia.

Maquiavel, o recém chegado ao caos tinha pensamentos conflitantes, sorte dele que ir mais curioso que fosse, eles se destivam unicamente a segurança e vida da jovem Yamato. O Jaavas formulava em sua mente rápida um plano para tirar a garota de lá, na esperança de poder usar Hitsugaya como um peão, uma distração para sua própria segurança ele soltava palavras, informações valiosas que poderiam mudar o rumo da situação. Porém, fora ingênuo demais acreditar que elas chegassem de fato em seu destino.

Hitsugaya imerso em seu próprio caos não ouvia nada, estava tão preocupado com sua vida, com sua situação que nada chegava ate ele. Ele carregava em seu corpo e em sua mente muitas preocupações, muitas farpas mal resolvidas consigo mesmo, mas isso naquele instante parecia se tornar algo útil. Útil para trazer sua força interior para fora!

Seus olhos Hyuuga pulsavam, mas não apenas eles. Seu sangue Uchiha fervia junto, em seu olho direito, a herança Uchiha vinha a tona. Um sharingan tomava lugar em seus olhos, mas diferente de situações anteriores ele não brilhava com apenas uma tomoe, mas sim duas! O sharingan evoluia em meio ao combate, em meio a emoção caótica de ódio presidente em seu corpo. O símbolo em sua testa, se alastrava pelo corpo, libertando com ele sua energia natural acumulada com esmero ao longo do tempo. Marcas roxas pigmentavam suas pálpebras, as pílulas ficavam horizontais, como olhos de cobra. O modo sábio estava fazendo sua aparição!

As palavras do Jaavas chegavam a Hitsugaya no momento em que ele verbalizava seu ódio, ambos perdiam suas palavras ao vento. Sabendo que um único movimento errado, colocaria sua vida em risco, Maquiavel tornava-se translucido, a luz passava por ele o ocultando completamente de todos os olhares comuns. Para a felicidade do Jaavas, os dragões, ou mesmo a invasora, não ligavam para ele, estavam ocupados demais em suas respectivas tarefas. Os quatro dragões, dividiam seu tempo de forma eficiente, dois deles devoravam lentamente as energias de Zori e Mikkel, e os outros dois seguravam Asami e Hitsugaya. Não havia tempo para perder com Maquiavel, ele não havia apresentado uma ameaça verdadeira a eles ou a seu objetivo.

Um barulho estrondoso chamava a atenção de todos. Hitsugaya estourava a cabeça do dragão que o prendia com uma poderosa lufada de chakra a queima roupa que saia de sua mão. O corpo espectral do dragão chicoteava no ar como se estivesse sofrendo, os dragões restantes tomavam sua atenção para ele, Hitsugaya havia se tornado uma ameaça a seu objetivo. As árvores que existiam na direção da lufada de chakra, assim como o dragão, estouravam. Com seus olhos vermelhos, os dragões demonstravam fúria, mas nem todos podiam deixar para lá o que estavam fazendo, por isso apenas aquele que segurava Asami tomava frente. Largando a garota ruiva no solo, o dragão rugia serpenteando pelo ar ate o garoto em um avanço rápido.

Hitsugaya, ingnorando tudo e todos partia contra a invasora com apenas suas espadas nas mãos. Em giros rápidos e poderosos, ele atingia o dragão que tentava lhe destruir, mas era ele quem sofria, o dragão era destruído enquanto Hitusgaya girava e girava, cortando tudo a sua volta e avançando contra a fonte de tudo aquilo. A energia natural fortificava o chakra do garoto, este chakra fortificado ampliava o físico do garoto o fazendo girar mais rápido do que nunca, fazendo o chakra que era expelido mais potente, mais denso. Hitsugaya parecia um tornado destruidor avançando contra a invasora.

Fora neste momento que Maquiavel via sua chance, descartando sua técnica sonora que teria como função atrapalhar a invasora e soltar Asami, ele se atirava em direção a ela cintilando rapidamente. O Jaavas, descartava sua técnica sonora por motivos óbvios, resguardar sua energia, já que agora ela não era se quer necessária para seu plano. Enquanto Maquiavel pegava Asami nos braços, atrás deles uma briga épica ocorria.

Os dragões negros se regeberavam parcialmente para defender a invasora, mas os giros, o tornado Hitsugaya não lhes dava descanso ou tempo. Com suas lâminas unidas aos giros, o garoto fatiava o corpo fraco da invasora, seu tronco era cortado pela metade, seu pescoço arrancado, sua cabeça divida. A energia roxa, a cada instante lutava para se manter ali, se manter defendendo o corpo fraco da invasora, mas perante aquilo era impossível resistir. Muita poeira era levantada, as árvores tremiam quando os corpos da invasora e de Hitsugaya colidiam contra elas em quanto eles se arrastavam cada vez mais contra o muro de árvores, que claramente cedia.

A terra, as árvores e a poeira balançavam e tremiam perante tudo aquilo, por instantes ninguém sábia o que estava ocorrendo. Os dragões negros que absorviam as energias de Mikkel e Zori simplesmente estouravam como se fossem bolhas e sumiam no ar. As energias dos infantes retornavam a seus corpos ao mesmo tempo que eles desmaiavam de exaustão.

Demorava alguns instantes para a poeira desaparecer, esses instantes eram usados de forma crucial pelo clone de Hitsugaya, que sorrateiramente se esgueirava pelos cantos ate a área onde Asamia havia estado, ele pegava um pouco do sangue derramado pela sacerdotisa e voltava a se esconder.

Quando tudo se acalmava e a poeira baixava, existia apenas um ser de pé dentro do antigo cerco de árvores. Hitsugaya olhava em suas mãos, os brincos da invasora, ele esboçava um sorriso de felicidade plena, enquanto seus olhos de cores diferentes fitavam aquilo com um brilho anormal, uma felicidade anormal e diferente.

Já fora de perigo, Maquiavel segurava Asami em seus braços em um local mais seguro, mas observava a cena central. Suas preocupações para com a saúde dela, não o faziam deixar o resto de lado. Ele observará todo o ocorrido, o combate, o clone, tudo. Naquele momento, apenas uma coisa passava em sua mente..." O quão perigoso ele é?"

Chegando agora, uma jovem de longos cabelos negros e olhos brancos espreitava a esquina entre as construções da academia. Com um olhar arregalado ela via o terreno destruído, as árvores, a destruição. Ela estava em um campo de guerra?

Konoha:

Hitsugaya

Status
HP: 35 + 5 = 40
Chakra: 35 - 15 = 20
Stamina: 51.5 - 10 - 7.5 = 34

Byakugou: 681 (340,5 - 9 - 7 - 10 - 7.5 = 307)
Habilidade de regeneração: Ativação automática (Ativo)

Atributos
Força: 8 (54)
Destreza: 11 (97)
Constituição: 11 (51)
Manipulação de Selos: 10
Manipulação de Chakra: 40
Percepção: 8 (88)
Raciocínio: 30
Determinação: 6
Carisma: 2
Sorte: 0

Nota: Byakugan é rank A (Por isso consome 9 pontos de chakra), Sharingan Nv.2 é rank B (Por isso consome 7 pontos de chakra) - Devido ao grande numero de Buff's adicionarei entre ( ) os valores completos nos atributos!

Equipamento
Armadura Sombria. Buff C (+ 20%, base RAC) Força e Destreza. Tem acumulado 40 de chakra roxo

Doujutsu
Byakugan e Sharingan. Buff's são somados (60+40 = 100%). Base MCH. Destreza e Percepção

Em uso:
Técnica do clone de cobra - Fora do cerco de árvores em posse do braço arrancado da invasora e do sangue de Asami.

Modo sábio - Buff 100% em Força, Destreza, Constituição e Percepção (Chakra: 340,5 Disponíveis apenas)

Técnica usada:
Selo Yin: Liberar - B. Contagem: Desnecessária. liberou 50% do chakra armazenado no selo (340,5). Gastou 15 de chakra.

Oito trigramas palma de vácuo - B (Up A pelo modo sábio). Contagem: 97 (DES) + 26 (Base) = 123 Eficiência. Gasto dividido 10 de Chakra e 10 de Stamina

Estilo Hanabi: Rotação celestial - C (Up B pelo modo sábio). Contagem: 97 (DES) + 20 (Base) = 117 Eficiência. Gasto dividido 7.5 de Chakra e 7.5 de Stamina.

Asami

Status
HP: 5
Chakra: 106.9 + 27.7 = 134,6
Stamina: 21

Sino da sacerdotisa 70

Atributos
Força: 0
Destreza: 0
Constituição: 1
Manipulação de Selos: 0
Manipulação de Chakra: 10
Percepção: 3
Raciocínio: 7
Determinação: 2
Carisma: 8
Sorte: 0

Nota: Esta inconsciente

Equipamento:
Pilula de ração militar - Recupera 20% do Chakra do usuário por 5 rodadas. (será recuperado 27.7 por 5 rodadas)

Técnica em uso Nenhuma

Maquiavel

Status
HP: 31
Chakra: 44 - 9 - 5 = 30
Stamina: 28

Energia Gelel 53 - 5 = 48

Atributos
Força: 0
Destreza: 8 
Constituição: 7 
Manipulação de Selos: 0
Manipulação de Chakra: 10 
Percepção: 8
Raciocínio: 7
Determinação: 0 
Carisma: 0
Sorte: 0

Nota:

Ativo:
Akagan. Buff rank A (+60%) em Percepção (14), Destreza (14) no raio de visão. Gasto de 9 por rodada.

Técnica usada:
Técnica fuga transparente - C. Contagem: Desnecessária

O grito da Terra - Desconsiderado.

Técnica de cintilação corporal - D (UP C energia gelel) - Contagem: 10 (MCH) + 14 (Base) = 24 Eficiência. Gasto de 5 de chakra e 5 de energia gelel.

Extras escreveu:

  • A invasora se foi! Ou melhor esta ai ainda, mas em pedaços xD
  • O monstro saiu da jaula hein Ruller! hahahaha
  • Apesar da invasora ter sido derrotada, continuem! Ainda não acabou! xD

23[Evento] Dia do Professor - Final - Página 2 Empty Re: [Evento] Dia do Professor - Final em Qua Dez 04, 2019 10:59 pm

Ilusionista

Ilusionista
Narradores
Narradores
Rize POV

Tudo bem... Árvores dentro da escola? Checado. Uma cratera no meio de tudo? Certamente... Diabos, rolou uma festa e ninguém me mandou o convite não?

Eu devo está muito chapada, alguém me fez o favor de batizar meu café da manhã. Só pode ser, é a única explicação para o que estava se desenrolando diante de meus olhos albinos. Meus passos eram lentos, mastigavam o espaço das folhas caídas. O semblante deles era mergulhado em receio e, mesmo assim, vivia escondida uma curiosidade em suas entranhas. Era um sentimento estranho, uma sensação que queimava minha muda garganta e, ao som dos segundos que se passam, servia de gasolina para esses passos.
Talvez, talvez eu seja a louca aqui. Toda pessoa sã ficaria em choque, deixaria o medo torna-las seu escravo. A maioria sabe como reagir quando está em face do abismo: no limiar do caos. Correr seria mais sábio, não olhar para baixo seria o correto... Porém, só entre você e eu? Dane-se o correto.
O caos é menos hipócrita, traz aqueles à nossa volta como realmente são. Nada de sistema, nada de nobreza fingindo não ver a sujeira embaixo do tapete. Talvez, por isso eu continuasse indo ao centro, querendo dissecar o coração dessa cena. Sentia-me bem nessa situação, cavalgando em um mundo que estava de cabeça para baixo. A liberdade, meu desejo contrariado, me chamava.
Real era um conceito bizarro dentro dessas quatro paredes. Estava de boca aberta, vendo o choro de um punhado de crianças servindo de mera trilha de fundo para esta destruição. Meus olhos, embora brancos como neve, ardia em uma brasa azulada. Intensa. A imagem, para o alheio, pode parecer como um fruto do medo porém, a verdade, era uma carne crua dentro de mim. A verdade era seu oposto.

Caos, eu amo o jeito que é sincero comigo sabia? Sem o destino atrapalhando, sem castas separando nossos corpos... O mundo, meu clã, ele deveria ser assim... Quem fez isso, quem for o autor dessa obra prima, tem o poder em suas mãos. Poder. Essa era a única palavra que os poderosos escutam, sabia?

Um baque chegaria em meus ouvidos, me forçando a bater o sino da realidade mais uma vez. Meu arco batizaria o chão, vítima do reflexo de meus dedos que se abririam diante o chegar de um susto. Meu sangue iria ferver e me fazer sentir viva novamente, nem que seja por um punhado de segundos passageiros. O olhar, outrora afogado em dúvida, sabia o que lhe era refletido. Sabia o que sentia tão bem quanto as palavras que estariam prestes a chutar minha boca.
- Mas que Porra é essa?! Primeiro um bando de árvores no meio da escola - o que, por sinal, é bem legal - e agora partes de um corpo?! Estavam fazendo um ritual ou algo assim e nem me chamaram?Sério? - Gritava ao perceber pernas e braços jogados pela cena, o corpo humano feito de quebra cabeça. Era difícil definir o destino para minhas palavras, talvez eu só não aguentasse o silêncio que aqui reinava. O tom era estridente, até cartunesco. O medo, o nojo entretanto, não fazia parte dessa sopa.
Estava meio desligada, as partes humanas me mexiam de uma forma única. Era como uma ânsia que palavra nenhuma alcançaria, a mistura perfeita de repulsa e fascínio. Filhos de uma estranheza minha, uma que eu fazia questão que todos vissem. Não iria abaixar a cabeça, esconder meu Eu, como o resto de meu povo fez.

Havia, dentro de toda essa sinfonia caótica, um vermelho vinho que despertou meu olhar. Sangue. Ele me levaria para um outro caminho, uma nota de rodapé dentro dessa pintura maior. Chegando-me próximo de sua origem, uma típica "princesinha" de cabelos de fogo e pele pálida, encontro uma cena que acorda o Bom em mim. Ou, pelo menos, o que dele restava em minha alma.
- Calma, garoto... Eu posso ajudar, sou médica... Ou quase isso, eu li uma coisa ou outra né? - Diria em meu tom estridente normal, animado porém, no fundo, algo me assombrava. Uma - das seis - mãos tentaria repousar no ombro do cara de óculos que a segurava com tanto afinco.
- Obrigado mas, o tempo não tem espaços para amadorismos. - Declarava, de maneira tímida e fria, o jovem ao meu lado. Olhar para ele era como contemplar um robô feito de carne e osso. Uma voz sem alma saia de seus lábios, como se a morte em seus braços fosse apenas mais um nome em sua longa lista de cicatrizes.
- Porra, como detesto intelectuais com seus óculos clichê e roupas longas de clérigo... Pelo menos, tente ser mais original na próxima vez que abrir o guarda roupa. - Falava e, embora fosse em desdém, dessa vez era de uma maneira mais contida. Quase tímida. Levantaria-me pronta para explorar mais a "arte" que essa cena se tornou quando percebia as mãos maculadas de vermelho do garoto, afogadas enquanto tentam desesperadamente parar o sangramento da ruiva. Sua boca fala com frieza mas, seus dedos não deixam mentir...

Quem eu quero enganar? Não posso deixa-lá morrer... Se quero ser a líder de meu clã, quebrar suas correntes, preciso saber salvar vidas. Vou precisar de apoio na comunidade também. Quem melhor para conseguir do que uma médica?

Atravessando esse pensamento ativaria meu Byakugan de forma veloz e em seguida, sentaria de frente para o estranho de cabelos negros, no outro lado do corpo que está brincando de morrer. Com meus olhos, viria onde estaria os principais focos de sangramento e qualquer outro detalhe que fosse importante.
- Preciso costurar, preciso do excesso de tecido de suas vestes de "bibliotecário". - Denunciava mas, algo novo nascia essa vez, apesar de minha brincadeira no final, meu discurso estava sério e centrado. Profissional. Ele me olhou rapidamente mas, sem desejar ter feito. Na verdade, sua atenção estava totalmente amarrada a essa estranha de pele chique. Era meio assustador. A desconfiança dele era tão óbvia quanto o vermelho desenhado em seus dedos. - No estômago ela não morre rapidamente mas, pelo que vejo, o corte não foi exatamente de um minuto atrás. Ou costuro isso ou sua princesinha morre... Então, por favor, me passa logo isso cacete. Rápido, qual a origem do ferimento?
- Presas de Dragão, é uma longa história. - Passando-me partes de seu tecido, suas palavras nasciam bem mais acanhadas e quase dignas de lábios humanos. - Ela morrerá assim...
- Dragões?! As festas com você são animadas, ein. Me chama pra próxima ok? Vai me dever um drinque. - Pronunciava em meio a uma súbita surpresa e um tom mais amenos. As últimas palavras de sua boca vinham cobertas de dor, um pesar que eu tentava acalmar com um bom e velho "Humor da Rize". - Agora, fique quieto. Deixe a doutora trabalhar...
Com um de meus braços extras puxaria Fios de Aço de um dos meus bolsos e, colocando os tecidos sobre os sangramentos, começaria usar como instrumentos com intuito de costurar junto a carne de maneira anormalmente focada. Dependia não apenas do que sabia, dos poucos livros que tive saco de abrir mas também da minha precisão e velocidade.  
Tenso.

Detalhes:

- Esse é um estilo novo de Post, onde se cumprimentam. O que foi falado, por exemplo, entre Maquiavel e Rize não se repetirá no próximo Post (embora será citado) a forma que Rize descreve Maquiavel não necessariamente confere com seus sentimentos internos - e vice versa.
- Rize usaria na ação, com ajuda de seu Byakugan, os tecidos dados por Maquiavel e os Fios de Aço como instrumentos para costurar a ferida de Asami de maneira improvisada. Tal ação se baseia em sua Vantagem (Intelecto Intuitivo - Autonomia) e Conhecimento Avançado (Medicina). Espero não ter exagerado.
- A ideia de usar partes "extras" da roupa de Maquiavel veio da descrição padrão de sua roupa: de mangas longas e brancas.
- Em uma ultima dúvida, a personalidade de Rize ficou bem acentuada na narrativa? Tive que cortar alguns planos para caber no tempo.    
- Frases em Itálico são pensamentos diretos da Personagem.


Equipamentos Usados:

- Fios de Aço

24[Evento] Dia do Professor - Final - Página 2 Empty Re: [Evento] Dia do Professor - Final em Qui Dez 05, 2019 9:47 am

Ruller

Ruller
Eu, um simples clone qualquer havia sido colocado em uma missão importante por meu original, resguardar suas cobaias, suas experiências futuras. Com o braço da invasora e o sangue da garota ruiva meu original ficaria feliz, eu ficaria feliz. Vendo também que havíamos ganhado outro presente, os brincos tão misteriosos e poderosos dela, sorri, exatamente como meu original. Afinal, eu e ele eramos ainda um mesmo ser.

-- Me esconderem por mais um tempo...melhor não chamar atenção por hora -- Falei baixinho soltando pensamentos ao vento. Mesmo sabendo que muitas coisas poderiam ocorrer, manter-me ali, o mais perto do original era sem duvida a melhor opção. Eu não poderia ir longe sem ele. Esgueirando-me pelos cantos ocultos, pelos destroços, tentei me aproximar do original, mas não ser notado, não ser visto ou chamar atenção. Se bem que qualquer um chamado atenção carregando um braço consigo não é?

---

Com os brincos da invasora em minhas mãos já cansadas, eu me sentia bem. Muito melhor do que já estive desde que isso tudo começou, acredito que poderia ate chorar de felicidade. Mas, isso não aconteceria, haviam ainda muitas coisas a se resolverem, levar em segurança essas "peças" para casa sem chamar a atenção, o que eu falaria para os outros? Mamãe e papai ficariam muito preocupados. Dane-se! Eu estava com os brincos, meu clone com o restante das coisas. Não deixaria ninguém toma-los de mim. Pensando um pouco, acabei me tornando muito sombrio quando se trata dessas coisas, será que ficaria realmente tudo bem no futuro? Acho que a Vila não gostaria de alguém aleatório pegando corpos e sangue por ai.

Com meus olhos Hyuuga e Uchiha, eu não precisava se quer me mexer para observar tudo ao redor. Meu clone estava a salvo por enquanto se aproximando de mim, a ruiva coitada, sendo tratada por..por um garoto com olhos interessantes, mas não só, era surpreendente ver uma outra garota, seis braços, sério? O quão curioso isso poderia ser? Um sorriso diferente corria meus lábios. Mas rapidamente sumia, eu não podia me dar ao luxo de jogar com a situação novamente, me deixar levar pelo impulso de pegar aqueles seis pulsos e faze-los meus também. Mas uma calma me atingia, eu e aquela garota viviamos em konoha, e julgando pelos olhos brancos, eramos mais "próximos" do que imaginei.

Ainda com tudo ativo, meu instinto me forçava a ficar alerta. Mesmo que os pedaços e sangue da invasora manchassem o solo eu me mantinha parado buscando qualquer possibilidade dela voltar ou outra coisa aparecer.

Se tudo se mantivesse calmo, mesmo não desativado nada, caminharia de encontro com o clone estendendo a mão. Colocaria os brincos da invasora em meus bolsos, assim como o sangue recolhido por ele, que para mante-lo útil, mancharia um pedaço de minha capa e a cortaria, guardando-a também nos bolsos. O braço era grande, eu não poderia guarda-lo, então ainda com pedaços da minha capa e usando uma lâmina cortaria os dedos da mão da invasora e os envolveria com o tecido negro, guardando-o também.

-- E pensar que sofremos tanto para pegar isso, e agora ela está esplanada por todo o chão...se bem que esse material é melhor...ela não estava debilitada antes -- Comentei com o clone. Se tudo isso fosse feito corretamente, mandaria o clone de volta, desaparecer, desfazendo-o com um aceno de cabeça, quase como se dissesse "missão cumprida". -- Devo me juntar a eles?Ainda temos as crianças para cuidar -- Comecei a caminhar em direção dos outros participantes dessa confusão, a ruiva, o garoto de roupas brancas e a mulher aranha, quem sabe algo interessante poderia se criar desse encontro.

-- Hitsugaya --
* Técnicas e Equipamentos linkados *

- Tentei guardar tudo nos bolsos da armadura sombria. Os brincos da invasora, o sangue de Asami e 5 dedos da invasora.
- Desfiz meu clone, acho que não precisava mais dele.
- Não desativei nenhuma técnica, então ainda estou com byakugan, sharingan, byakugou e modo sábio ativos nunca se sabe quando vou precisar ne

25[Evento] Dia do Professor - Final - Página 2 Empty Re: [Evento] Dia do Professor - Final em Qui Dez 05, 2019 9:21 pm

Ilusionista

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Narradores
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Maquiavel POV

Certo... Um garoto extremamente forte pega, na surdina, uma amostra de sangue da Sacerdotisa. Ele fez isso aliando-se as sombras, portanto, é algo que ele não pode mostrar...Não poderia fazer. Sendo assim, esse sangue não vai para um simples exame... Vai para experiências menos ortodoxas. Para esse tipo de coisa ele precisa de dinheiro e equipamentos. Um laboratório. Ele tem recursos... Isso será interessante.

O quão perigoso ele é? Tê-lo no outro lado do tabuleiro seria uma tolice. Embora, admito, essa não seria a primeira dia... Ele é um assassino como eu ou, ao menos, acabou de se tornar um. Enchesse de uma sangue que não era seu e, com isso, maculou sua alma pela eternidade. Não estou aqui para julgar seus pecados, não sou um padre ou, tão pouco, um deus. Sou apenas um homem, uma criatura que despede-se da fé alheia, observando a pintura crua nascente diante de si.
Estava em uma selva regada em vermelho, desenhado por esse garoto sorridente no centro. Marcas domavam seu corpo sem pressa de partir, pareciam oferecer-lhe uma força que estoura qualquer palavra que essa boca poderia conceber. Existia algo em suas mãos, aquilo capaz de lhe servir com uma intensa emoção. Essa é uma palavra engraçada, a primeira riscada de nosso manual. Mexe muito com nossa eficiência, turva nosso código.
Então, por qual motivo meu coração teima em bater tão forte? Ouvia-o bater, arranhar as portas de meu ouvido, como se fosse um estouro que nunca morre. Um som, um eco no fundo de meu crânio, que me deixa órfão de alguma paz. O rosto podia não denunciar isso, ele não é nenhum amador nesse jogo, suas correntes estavam bem presas. Entretanto, no balançar de minhas entranhas, uma tormenta nascia.
Súbita, ela atravessava minha garganta e tocava minha língua sem pensar duas vezes. Descrevê-la não era um cálculo simples. Era o despir os números, deixá-los queimar em um sol intenso. Eu não era bom nisso, bom em ouvir as vozes da minha cabeça. Preferia quando seus lábios eram cortados, castrados por ordens de outro. Pensar é viver e essa é uma dor que não quero mais. Um eco arranhado meu crânio que não anseio em ouvir mais.
Porém, os relâmpagos e trovões em minha cabeça tinham outros planos. Eles sequestraram minha atenção sem nenhuma espada possuir ou uma palavra segurar. Malditos são esses fios tom de fogo, Asami. Meus dedos, rebeldes como realmente sou, passeavam por eles de maneira serena. O toque, embora fugaz na aparência, era eterno da essência. Era única prisão que gostava, a única corrente que não me arrancou o sangue.
- Você mudou, não havia de prever com exatidão esse fato… - Falava próximo de seu ouvido, as palavras quase não saiam com vida de meus lábios. Era apenas um sussurro e, ainda que afogado em timidez, se despia da frieza de sempre. Cuidado, o inferno pode nevar por esse feito. - Sinto sua vida se esvair, talvez seja melhor assim. Os planos de meu pai não são bons para você…
O mundo parece ter parado, ter feito a gentileza de ter se calado. As tripas em nosso entorno, o pranto de infantes, nada passaria pelos meus ouvidos. Havia apenas eu e você, era estranhamente frio...Não creio que era para ser assim. Você, melhor que qualquer outra alma tola, sabe que não se pode driblar o destino. A liberdade é uma doce ilusão, uma flor de lótus que meu pai jamais me deixou provar. Sou grato por isso, eu devo ser.
Apesar da minha face indiferente para o exterior, meus olhos deixaram minha máscara cair por um instante, desobedecer as regras diante um segundo perdido no meio de tantos outros. Se King não me chicotear por isso, eu próprio farei. Porém, no agora, isso não passa de uma fugaz memória. No agora, nada além de seu rosto calmo era capaz de me abduzir. Chega a ser vergonhoso que, até olhando o abismo, essa sacerdotisa mostra uma paz que apenas posso tentar imitar. Apenas posso conceber sonhar,
- Você me salvou mais vezes do que posso contar, está na hora de eu começar a mudar este placar; senhorita Yamato. - Digo em um breve segundo, um breve sussurro, que logo se perde no tempo. Minhas cordas estavam sendo movidas novamente mas não como antes. Não, não por meras palavras de pessoas alheias. Era por algo mais, por meu desejo.
Odeio a mim pai, sei que você também o faria se me visse agora. Deve ter algum agente seu me olhando mesmo, desde pequeno sempre sabia que paredes tem ouvidos principalmente, quando o dinheiro pode trocar de mãos. Entretanto, pela primeira vez desde que sorri, essa realidade não me assombrava. Ou melhor, pouco me importava. Não era a eficiência, não era “a missão” que fazia meus ossos se mexerem mas sim, aquilo que você mais ensinou a odiar. O sentimento, a falha dos Homens.
Desligaria, nesse momento, Técnica de Fuga Transparente.
Eu não me reconheceria se me olhasse no espelho agora, talvez o socasse até meus punhos se misturassem com os cacos de vidro por raiva. Por não aceitar o que, por um pequeno instante, acabei me tornando um mero animal. Vendo a grande - e aberta - ferida no estômago de minha amiga, a razão se sentiria traída e me deixaria sozinha com minhas mãos tentando - a todo custo - estancar o sangue. Estancar esse rio vermelho antes que sua fonte cesse.
Porém, eu era novo nisso. Novo no sentir, no controle escapando de meus dedos. Não conseguiria pensar e, tão pouco, clamar. Haveria apenas o silêncio e o eco de um desespero acorrentado. Um sentimento que bate nas grades, ecoa em minha cabeça e tentava - em vão - romper a costura de meus lábios. Tudo fica preso, tudo fica atrás da cortina. Atrás de uma face fria, de um olhar que não aceita vacilar. Um olhar indiferente, dono de um medo.
Alguém fez o favor de turvar minha atenção, um toque em meu ombro largo. Estaria tão centrado, que mal perceberia seus passos. Uma parte de mim, por mais que não desejasse mostrar, sentia o gosto agridoce de susto e raiva afundando meus lábios. Ouvia suas palavras, eram como pequenos e efêmeros gritos que haviam de me irritar. De bater em meu crânio, de me roubar segundos que podiam decidir a alma de Asami.
Tentava ser educado na resposta mas, pela reação da desconhecida, não fui bem nisso. Apenas me voltava para meu dever interior, colocaria meus dedos para tentar estancar a ferida mais uma vez. Era tolo, era o mero instinto tomando minha voz. Ainda sim, era o melhor que eu conseguia. Era o melhor pecado que eu cometia.
Sentiria a vida dela se esvair, abandonar sua carne com uma velocidade cada vez mais intensa. O destino cobrava sua alma, seus sonhos não realizados. Eram como bebês retirados de uma flor que ainda não teve a chance de tocar a luz do dia. Eu continuava há tentar mas, a mente não era mais a mesma. Ela estava em um terreno novo, assustada com o que via passear em suas entranhas. Em respostas minhas mãos começariam a tremer, a falar a língua dessa ansiedade nada tímida.
Tentava esconder isso dos outros, de meus próprios olhos. Eu não podia encarar o que estava diante de mim, os dedos mergulhados no mar vermelho e trêmulos. Estou desobedecendo meu pai assim, estou desafiando a narrativa que me criou. Isso me assusta, deixa eu sozinho no escuro. A mesma garota de antes, uma de seis braços, voltava suas palavras para mim novamente. Sem muita opção, apenas acato o que me era dito enquanto fazia o meu melhor para não sair de meu semblante de sempre e esconder meus dedos trêmulos.
Em um certo momento, a estranha me pediu os excessos de minha roupa - por sua boca - de bibliotecário. Eu buscava o fazer, cortando minhas longas mangas e qualquer outro “excesso” que ela precisasse para sua costura e lhe passando de forma eficiente. Para tal, usaria de uma das minhas Kunais para cortar as partes rapidamente. Tentando, discretamente, controlar minha respiração para manter minhas mãos calmas.
Logo em seguida, ao filtrar o rosto da sacerdotisa uma vez mais, limparia o sangue das mãos nas vestes rapidamente e, em um ato que deixou a razão de lado, agarraria delicadamente - porém, de forma intensa - uma de suas mãos e, através desse toque, concentraria-me para transferir um pouco de minha energia vital para ela.

Por favor, Não Morra... Não ouse, ou serei eu o demônio a te atormentar na morte... Não, Não, Não! Por favor...

Detalhes:

- Maquiavel Transferiu 15 de HP para Asami através do toque e poderes do Akagan. Uma curiosidade, para mostrar a "impulsividade" da ação, pode-se notar que ele tinha meios menos "íntimos" ou perigosos para conquistar seu objetivo - salva-lá - como, por exemplo, A Agulha de Chakra. Porém, isso não passou na cabeça dele.
- A Técnica de Fuga Transparente foi desativada pelo personagem.
- Espero que não tenha ficado muito chato ou longo, esse foi um Post mais "introvertido" trabalhando as emoções de Maquiavel, algo bem estranho e fora do que lhe foi ensinado. Um pouco da história do Personagem foi referenciada na narração, os Fillers Simples estão, aos poucos, cobrindo essas partes. Quis deixar coerente, como se o passado tivesse peso no agora.
- Esse Post cumprimenta o de Rize, citando (por exemplo) a conversa entre eles que aqui foi apenas referenciada e, na narração de Rize, foi explicitada.  Assim, pelo lado de Maquiavel, adiciona fatos que - pela narração - Rize não teria percebido tanto: vide as mãos tremulas de Jaavas, sua ansiedade.  
- Maquiavel se focar apenas em Asami "ignorando" a estranha realidade de seu oponente está fatiado ou a aparência de Rize, pode ser explicado pela vantagem Concentração Sobrenatural. Mas, pessoalmente, tratei isso como ilustração do desespero (não falado) que o personagem estava sofrendo.
 - Frases em Itálico são pensamentos diretos da Personagem.

Equipamentos Usados:

- 1x Kunai

26[Evento] Dia do Professor - Final - Página 2 Empty Re: [Evento] Dia do Professor - Final em Sex Dez 06, 2019 8:40 am

Um

Um
Staff
Staff
A calmaria após a tempestade deveria ter chego, limpando o céu e os corações de todos ali presentes. Mas, sabemos, a calmaria do oceano pode esconder um caos ainda pior, era exatamente o que ocorria agora. Mesmo que o grande e impiedoso inimigo, anteriormente lindo já tivesse sido reduzido a um punhado de carne na terra, todos ali ainda se mantinham imersos na confusão, no choque, na estranheza da realidade.

Asami, lutando entre a vida e a morte desacordada. Seu sangue angelical, raro e poderoso deixava seu corpo como ela não fosse mais que uma bexiga furada, vazando por todos os lados. Deixando seu destino nas mãos de outrem. Sorte a dela que haviam outros a sua volta, sorte a dela que ainda que o mundo shinobi fosse manchado de sangue e terror, existia alguém a orar por sua alma.

Entre berros e lágrimas, as crianças traumatizadas choravam abraçadas umas as outras, suas lágrimas causavam pena, apatia. Adentrando aquele cenário digno de um filme, Rize a Hyuuga deformada fazia sua cena. Com palavras brincalhonas e grosseiras escondia seus verdadeiros sentimentos, ocultos ate dela mesma enquanto se propunha a salvar alguém que se quer conhecia.

O Jaavas, ao lado da sacerdotisa, em semblantes sérios e indiferentes acatava seus pedidos. Os dois nunca haviam se visto antes, não deveriam se quer se importar. Talvez a Hyuuga nao fosse tão desgostosa do mundo como ela própria achava. Enquanto com agilidade e precisão, a garota movia seus seis braços em costuras e ataduras, auxiliada por seus olhos brancos que pousavam sobre Asami, Maquiavel tocava  jovem ruiva com suas mãos trêmulas, ainda que ele acreditasse passar uma imagem perfeita, ele nao era. Sua energia lentamente fluia de seu corpo, de seu interior para o dela, atravessando a pele e penetrando o mais fundo possível de cada celula da jovem. Quando os instantes que mais pareciam horas passavam, Asami recuperava um pouco de cor, parecia não estar mais em perigo com a ação conjunta do Jaavas e da Hyuuga.

Do outro lado da cena porem, as coisas não eram tão ternas e doces. O garoto vestido de negro sabia bem seus objetivos, sua mente ficada em planos futuros havia arquitetado bem seus passos. Seu clone já havia desaparecido, deixando em sua posse bons materiais que Hitsugaya guardava com esmero, quase como se fossem joias e no fim, talvez fossem até maia valiosas que jóias. Peças retiradas do calor da batalha, partes das almas que se enfrentaram ali. Claro, talvez houvesse um pouco de sangue e frieza em suas mãos, não era possível negar.

Apesar de focado em Asami, enquanto olhava  a jovem anteriormente em agonia, Maquiavel tentava desvendar os mistérios do outro. O quão longe nesse caminho ele chegaria?

Enquanto Hitsugaya caminhava em direção as crianças, em direção a Maquiavel, Asami e Rize. Algo chamava sua atenção, não apenas a dele, mas Rize e Maquiavel se colocavam em alerta. Um novo rosto feminino adentrava a cena vinda tão rápido que mesmo os olhos poderosos e os sentidos aguçados de todos ali se quer podiam decifrar seu caminho.

O que eles sabiam, era que aquela mulher pousava calma e tranquilamente entre seus caminhos. Diferente de antes, apesar do alerta, o clima era sem duvida muito diferente, era tenso e pesado, mas sereno e tranquilo. Não havia qualquer sinal que denunciasse alguma maldade a seguir.

- Eu me atrasei Agatha...me perdoe - Ela olhava os pedaços da invasora espalhados. Assim como antes, em menos de um piscar de olhos, a mulher de cabelos roxos e roupa colada atravessava o campo, se aproximando dos infantes que em prantos arragaram suas vidas aos choros - shi, shi, shi...já passou, tudo esta bem agora - Ela soprava bolhas de sabão, mas diferente do normal exibiam uma luminescência rosada. Na mesma hora, as crianças paravam de chorar enquanto as bolhas englobavam seus corpos, isso incluía Mikkel e Zori, assim como todas as crianças que antes erma responsabilidade de Asami e Hitsugaya. Elas flutuavam no ar dentro das bolhas rosadas.

Virando seu rosto para os restantes, para os gennins, sua expressão não era a das melhores. Como se fosse feita de gelo, a mulher expressava sua seriedade, talvez até sua frieza para com eles

- E agora? O que farei com vocês? Digam-me...Asami, Hitsugaya, Maquiavel, Rize...O que devo fazer com suas vidas? Que destino eu deveria enxergar para vocês? -

Extras escreveu:

  • Infelizmente nao coloquei os status e contagens devido a falta de tempo que tive, porém nas próximas caso se prove necessário adicionarei
  • Caso não tenha ficado claro: Rize e Maquiavel tiraram Asami de perigo. Rize fez seu trabalho como médica muito bem e Maquiavel a manteve estável ao transferir sua vitalidade. Asami esta ainda inconsciente
  • Caso não tenha ficado claro: Hitsugaya guardou os brincos, sangue de Asami e os dedos da invasora em seus bolsos. O clone foi dissipado.

27[Evento] Dia do Professor - Final - Página 2 Empty Re: [Evento] Dia do Professor - Final em Dom Dez 08, 2019 2:39 pm

Ilusionista

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Rize POV

- E… O mundo não vai perder mais uma “princesinha” hoje, infelizmente… - Diria da maneira mais simpática e amena que pudesse conceber. Não era o meu forte, sou mais de “bater e perguntar depois” porém, mesmo em lábios tímidos, seus dedos não deixam mentir. Estavam tremendo, morrendo de medo de perdê-la e merda, meu coração não era de gelo. - Você sabe que me deve um drink né? Tenho gosto chique então, vai preparando seu bolso aí… Sou Rize aliás, acho que seus livros não ensinam como falar com uma garota ou bem… Qualquer coisa que se mexa na verdade. Nerd Alert!
Pisco de maneira divertida, ainda que meio sem jeito. Não sei como arriscar sorrisos, ainda mais de algúem que parece tão pálido quanto a morte. Observo-o por um momento antes de, em um sutil gesto, colocar meus olhar albino descansar. As veias, outrora saltadas e em uma evidência danada, torna-se uma fugaz memória do passado.
- Ela não gosta do apelido “princesinha”, por favor retire-o de seu vocabulário. - Dizia o “quatro olhos” com seu tom frio típico, as palavras pareciam se digladiar para conseguir seu instante na realidade. Apesar disso, havia algo diferente em seu semblante. Algo quase humano, um traço que comemora sua fugaz liberdade. Seus quinze segundos de fama. - Obrigado, Maquiavel… Maquiavel é meu nome. Estou em dívida contigo mas creio que é muita nova para beber. Nós dois somos.
Reviro os olhos e, um de minhas seis palmas, vai de encontro com o meu resto. Era um gesto até engraçado, perante tanta estranheza, era isso que me fazia suspirar em descrença. Certamente minha cabeça tem um ou dois parafusos faltando, é isso que me torna especial. Bem, ao menos de acordo com minha mãe, pais não mentem certo? Um pequeno riso escapou de minha boca, a voz sarcástica que matava o silêncio uma vez mais.  
- Nerd... Primeiro, dane-se tá ok? Você é a última pessoa que pode me dizer o que posso ou não fazer…  Segundo, manda sua “princesinha” a merda, tô nem aí pro gosto dela e é graças a mim que ela vai poder continuar explorar gente como eu!
As palavras nasciam mais vivas e, ainda que não fosse um grito, elas queriam contaminar os quatro ventos. O tom era mais agressivo do que antes, estava carregando meus próprios fantasmas em seus ombros. Carregando sua própria cruz. Eles não mereciam isso, ser vasos para meu ódio. Vítimas. Porém, agora é tarde. Não vou me desculpar por ter a audácia de esfregar a verdade na tua cara.
Estava pronta para ir embora, guardando o que sobrasse de fios de aço em meus bolsos. Por mais que eu não reclamasse, a “operação” na ruiva foi assustador pra caralho. Somente agora percebi o quanto minha testa suava, o eu quanto parecia um porco indo direto para o abate. Meus dedos, de maneira tímida, buscava limpar a verdadeira chuva que aqui era formada. Haveria a sensação, mesmo que fosse uma ilusão, de escutar o brando das gotas perante minha bandana.
Agora, em pé, observaria Maquiavel uma vez mais. Dessa vez, todo o ressentimento de antes ia embora. Ele estava no lado da garota e sinceramente? Ela deveria ter morrido. Tipo, eu sou boa mas nem tanto assim… Olhar para ela, um segundos antes, seria como olhar para um cadáver teimoso demais para morrer. Nesse momento? Seu corpo ganhou mais cor e sua face, por mais que odeio admitir, era até simpático para sua laia. Não sei se a invejo ou gosto dela, era uma confusão só. Uma confusão que não colaria comida na mesa.
- Leva ela a um hospital, ela precisa de um atendimento urgente. Quem sabe, eu passe por lá, só pra ter certeza que ela não quebrou sua coroa…
Falava de uma forma amena, com um leve sorriso domando meus lábios. Estava pronta para me despedir, bolando alguma “frase de efeito” legal para minha saída. Porém, meus planos foram ceifados… Para variar. Uma mulher surgia em nosso meio, pronunciando algumas besteiras sobre destino e adivinha? Estou de saco cheio dessa história. Não basta ouvir no meu clã, em “meu” quarto, preciso ouvir aqui também? Nem a pau!
- Finalmente um adulto apareceu, agora já sei que os professores daqui não são só burros, são incompetentes também! Eu só vim aqui para ver se saiu o resultado do meu time - o que, só para constar, tá demorando o inferno para sair - e, de brinde, me dou  nesse buraco destruído! Cadê meus direitos? Merda, tem um aqui falando de Dragões! Qual o próximo, demônios ou anjos? Algo bem legal de se ver… Sabe, se tivessem me chamado.
Declararia de forma estridente, sem medo de gritar uma vez ou outra. Aproximava-me da moça de roxo enquanto apontava meu polegar em caminho para o meu peito. Apesar de todo “barraco” que eu poderia está fazendo, esse gesto seria desenhado de maneira séria e determinada. Quase como se fosse um ritual, quase como se fosse uma promessa silenciosa.
- Vai enxergar teu próprio destino… O meu só tem uma autora e uma deusa: Rize Hyuuga. Eu faço meu próprio destino… Agora, vou procurar meu arco e, olha, alguém vai pagar um novo para mim se ele tiver sujo por tripas, já vão preparando a “vaquinha” ai… A rapadura é doce mas não é mole não.
Após dizer isso, sairia do centro da cena procurando onde deixei meu arco.  

Droga, se eu perder esse arco, pai e mãe vão me matar... Que saco.

Detalhes:

- Rize desativou seu Byakugan na narração.
- A questão dela "perder o arco" faz referência ao segundo Post dela no evento quando o largou por reflexo ao se "espantar" com a cena.
- Esse Post será interligado com o de Maquiavel, fazendo uma citação do dialogo entre eles explicitado aqui. Foi uma decisão "mais administrativa" já que prevejo que o de Maquiavel já terá muita coisa. Não gostaria de deixar a narrativa dele "entupida"
- Apesar do tom mais leve da Narração, deixa algumas sementes sobre a visão de mundo de Rize e, timidamente, o que a estrutura de seu clã influenciou ela.
- Frases em itálico são os Pensamentos mais diretos da personagem.
- Curiosidade, para quem viu Yu Yu Hakusho (Dublado) há uma referência escondida.

28[Evento] Dia do Professor - Final - Página 2 Empty Re: [Evento] Dia do Professor - Final em Seg Dez 09, 2019 5:51 pm

Ilusionista

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Maquiavel POV

Irônico, não? Eu sou aquele que foi ensinado a tirar vida desde que se entende como gente e agora, me flagro justamente fazendo o oposto. Asami, sempre que você inventa de aparecer minha realidade fica de pernas para o ar. Não podia esperar alguém que dizia “enxergar” os fios do destino… Não podia esperar menos daquela que capturou a atenção de meu pai, muito além do que seu próprio sangue podia fazer. Seu próprio filho.
Inveja, raiva ou “algo a mais”... Isso não passavam de tolas palavras afogadas no agora. Sentimentos presos numa caixa e renegados ao círculo mais íntimo do inferno. Era assim que era. era assim que eu gostaria que fosse. Desde muito cedo eu deveria ter aprendido algo que não estava em meus livros, na face de meus velhos amigos. Minha vontade e nada eram sinônimos, era aquilo que me definia.
Sou uma vergonha, lábios costurados pouco podiam fazer para segurar minha alma em agonia. Tremendo meus dedos, eles diziam aquilo que minha boca era proibida de trazer ao mundo. Ainda sim, isso era apenas um detalhe para mim. Nada me impedia de apertar sua mão, sufocá-la até que seus dedos fossem obrigados a pedir arrego. Meu rosto até podia negar mas, em sua palma vermelha, se encontraria a prova que, uma vez na vida, eu fui um rebelde. Um homem que lutou por seus próprios desejos, puxando suas próprias cordas.
O que se deu a seguir fazia meu senso de realidade se contorcer, fazia meu instinto queimar minha garganta em uma intensa fúria. Entretanto, entre todos os pecados em quem fui o diabo, esse é um dos poucos que em nada eu mexeria. Nossas mãos se encontram como há muito elas não ousavam fazer. A pele dele ainda era lisa como em minha memória ela repousava mas, o calor, era algo que se perdia no meio do caminho. Aos poucos eu me tocava, sua carne se tornava tão fria quanto meu coração. A morte veio cobrar seu anjo.
Meus olhos me pareciam brilhar ainda mais, como se quisessem saltar da face que lhe acomodavam. Era como uma brasa, cada vez se tornando mais azulada. Mais intensa. O coração, em resposta, batia contra sua própria grade como nunca antes. Ele estava com medo, um receio que não brotava de um lugar além de si mesmo. Velho na existência, sabe o que aguardava o mundo afora. Era algo que perverteria a natureza, algo que mataria os antigos deuses.
A adrenalina corria em minhas veias, uma sensação que fazia essa minha língua morta se emocionar uma vez mais. Eu tinha o poder que atravessa o abismo entre viver e morrer, naquele momento eu era a marionete que cortava suas próprias cordas. Sentia que poderia tudo, que uma vez na vida a voz que saísse de meus lábios seria a minha. Apesar disso, só uma coisa queria. Um desejo mesquinho, digno de um tolo. Queria vida para aquela que descansava em meus braços.
Eu quis e assim se fez. Pela primeira vez em muito tempo, minha vontade e nada não eram sinônimos velhos em um dicionário. Aquilo me deixa feliz ainda que, para todos os efeitos, meus lábios se recusaram a sorrir. Transferia um pedaço de minha alma, daquilo que nos mantém vivos, para aquela que era fadada a sempre assistir a morte. Não apenas parei a roda por um momento, eu quebrei a roda por um instante.      
Olhos fechados mas sua cor estava retornando. Ela era centelha, a promessa de um dia de neve novamente. Brincar de ser um deus, de ser livre, tinha um preço. Meu corpo estava em frangalhos, sentindo uma dor que minha boca se recusava a dizer. Mesmo que a crise tenha passado e a poeira baixado, continuava segurando sua mão intensamente. Em meio a um mar de dores mudas, não queria perdê-la.
A voz daquela que me ajudou, de uma jovem de seis braços, chegava a mim como um lembrete de que existem outros além de nós dois. Nada é perfeito. Suas palavras eram mais amenas do que antes, quase agradáveis de se ouvir. Agora, ela tinha um nome para mim e, mais importante, tínhamos uma dívida. Não, não era uma de morte como meu clã estava  acostumado. Essa teimava em ser diferente, em trilhar o desconhecido. Era uma dívida de vida. Tantos anos e sempre esquecendo uma das únicas verdades desse mundo: tirar uma vida é tão íntimo quanto conceber uma.
Apresentei-me de maneira apropriada ou, ao menos, tentava. Rize era confusa, uma hora estava feliz outra parecia querer minha cabeça servida em um prato. Dispenso outra loucura nessa existência, já tenho a minha para cuidar. A partir de um certo momento, apenas ouviria suas reclamações com minha expressão de todo dia. Frio e indiferente. Por mais que lutasse para não demonstrar isso, estava começando a repensar essa questão de “dívida”... Ela era apenas muito irritante.
Sorte a minha que o destino sorria para mim dessa vez, escutava uma nova voz entrando em cena. Era de uma mulher, lamentando algo estava. Seja quem for esse novo mistério em cena, saiba que estou muito grato. Seus longos cabelos pretos e roupa roxa se tornaram o novo “alvo” da matraca chamada Rize. Enquanto seu monólogo nascia, gentilmente deitaria a cabeça de Asami ao solo antes de me levantar e observar tudo que ocorria perante meu olhar vermelho. Ainda que se esforçando para não denunciar nenhuma emoção, não poderia deixar de revirar meus olhos - discretamente - ao fim do discurso de Rize.

Primeiro... Sentenciado ao inferno é quem pegar essa garota como colega de time. Agora, indo para os coisas importantes... Essa mulher, ela me é um fator estranho. Quer dizer, ocorreu algo realmente grande aqui e esse lugar não foi nem colocado em quarentena. Não havia ninguém aqui quando cheguei e se o agente de meu pai tinha alguma ideia do que aqui acontecia, impossível o alto escalão não ter ciência da situação... Tudo bem, pode-se dizer que devido aos desaparecimentos, estão com menos pessoal e por isso, houve tamanha demora de resposta... Bela teoria, ou seria se as próprias palavras da estranha não cuidassem de enterrar: "Eu me atrasei Agatha...me perdoe. " Se chegou atrasada, deve ter alguma ciência do perigo que viveu, andou, por essa terra... Caso o contrário, não pediria perdão. Vou mais longe, ela sabia do que havia - talvez perseguia essa criatura que vi morrer... De novo, as palavras há traem: "Que destino eu deveria enxergar para vocês?" Bem... Asami me mostrou que essas palavras podem ser literais... Será que ela também seria uma? Interessante... Ela sabia o meu nome e o da Sacerdotisa, eu sou um mero desconhecido aqui... Então, por que? Eles sabem dos planos de meu pai? Não... Eu já estaria morto se soubessem, pela própria espada de quem me criou. Seguindo essa linha, alguém avisou do que estava havendo, de toda a situação, estaria nos observando então. Alguém sabia do que estava acontecendo e a enviou... Enviou essa estranha tarde demais. A verdadeira pergunta aqui é: foi intencional ou não? No segundo caso, pouco provável, seria falta de competência já, no primeiro, digamos que o assunto fica mais curioso... Algo que valia meu tempo aqui.  

Após o pensamento rápido, as varias possibilidades que ganhando vida em minha cabeça, iria sutilmente - e timidamente - me colocar mais próximo da estranha que surgiu. Minha abordagem seria mais política, mais educada perante a ele... Foi assim que King me ensinou a ser, ainda tenho as cicatrizes fervendo como novas para provar.
- Perdoe minha colega, ela parece ter se animado um pouco... Não quero ser invasivo, mas a senhorita é uma Sacerdotisa? Desculpe minha curiosidade, é que não é a primeira que vejo... - Falo, tentando  ser educado e soar natural. As palavras, entretanto, não me ajudaria. Mergulhadas em uma profunda timidez se encontrariam. Apenas uma coisa relevo, a vida em eterno treinamento e regada em vermelho me cobra nesses momentos. Eu era inexperiente com essas coisas, com esses vivos. Observaria os arredores com cuidado, com discrição. - Vejo que salvou as crianças, obrigado. Foi enviada para deter essa "coisa"? Sei que estão com menos pessoal desde os desaparecimentos.
Dessa vez, ainda que mantivesse minha expressão recorrente, decidia "jogar verde" enquanto apontava meu dedo para uma das inúmeras tripas que infestam o lugar. Meu pai adorava jogar na minha cara que eu não era tão bom em "política" como Asami mas eu aprendi uma coisa ou outra. Me manteria discretamente observador, especialmente nas reações da estranha. É nos detalhes que o diabo mora.
Após isso, caso percebesse que o garoto que derrotou a ameaça, estivesse mais distante pediria - educadamente - a licença e iria de forma casual até seu encontro.

Por processo de eliminação simples, Hitsugaya é seu nome. Tudo me leva a crê, como expôs antes, que usará esse sangue, o sangue de meu objetivo, para "experiências menos ortodoxas" considerando seu método coleta diria...Ilegal. Posso usar isso. Você o coletou enquanto estava no meio da batalha ou seja, estava em dois lugares ao mesmo tempo... Bom, o único método que conheço para isso é através de clones... Clonagem? É esse seu objetivo com o sangue dela? Bem, é isso ou você tem um fetiche estranho... Dizem que a curiosidade matou o gato porém, desculpe, meu pai não quer que isso caia em mãos erradas.

Teria essa dedução casualmente no meio do caminho até Hitsugaya e, se ele estiver sozinho e em um lugar reservado, tentaria "puxar assunto". Nossa, não me lembro a ultima vez que falei com três pessoas ao mesmo tempo num único dia: essa é a real estranheza dessa cena.
- Hitsugaya? Meu nome é Maquiavel... Quero lhe agradecer por ajudar Asami na situação, sem você ela não seria salva... Desculpe, não sou bom com as palavras. - Diria, de maneira educada e deveras acanhada. Estaria observador, cauteloso, perante qualquer movimento de meu ouvinte... Qualquer jogada. - Sabe, pegar o sangue de uma garota é um pouco esquisito... Principalmente se for para experiências pouco ortodoxas ou ilegais... Sobra-me uma pergunta: " Esse fato não é mais um segredo. É informação. Se um punhado de pessoas sabe agora, centenas saberão em breve, e então o que acontecerá?"
Indagaria, agora em um tom ainda mais baixo, esticando (discretamente) minha mão para pegar a amostra em um futuro possível e a guardaria em minhas vestes.
- Meu silêncio sobre suas experiências em troca de um mero sangue parece uma troca justa não? - Falaria, com o meu tom um pouco mais frio que o normal, usando meus Olhos Vermelhos de maneira atenta - de uma forma sutilmente paranoica e alerta, esperando qualquer mínimo sinal de um possível engano. Estaria pronto para falar, bem alto, minha dedução se necessário.

Detalhes:

- Maquiavel manteve seu Akagan ativado.
- Esse Post será interligado com o de Rize, fazendo uma citação do dialogo entre eles explicitado na narração anterior. Foi uma decisão "mais administrativa" já que prevejo que o de Maquiavel já terá muita coisa. Não gostaria de deixar a narrativa dele "entupida"
- Deduções/Pensamentos diretos do Personagem se encontram em Itálico.

29[Evento] Dia do Professor - Final - Página 2 Empty Re: [Evento] Dia do Professor - Final em Seg Dez 09, 2019 7:39 pm

Ruller

Ruller
Respirei fundo, meu sorriso de acalmava enquanto caminhava em direção aos restantes. Tudo que eu queria naquele momento era sair dali para analisar minhas amostras, afinal fora um pario duro conseguir tudo aquilo. Porém, nada é completamente bom, não me surpreendia alguém aparecer ali no final para piorar a situação, e era isso que acontecia. A vida é uma confusão não é? Não poderia simplesmente me deixar ir?

A mulher de cabelos roxos que aparecia, não me dava qualquer indício de medo ou sentimentos ruins, muito pelo contrário, parecia ser alguém bom. As aparências enganam, essa foi a primeira coisa que pensei, quase que isso escapulia pela boca. A mulher falava sobre Agatha, a invasora seria ela? Ela se chamava Agatha? E se for, elas se conheciam, ela era inimiga? Esse tipo de pensamento acelerado e preocupado não me deixava, afinal depois de uma situação como a que passei, era difícil desligar. Ela era rápida, muito rápida! Tão rápida que meus olhos mal a acompanhavam quando se movia para perto dos alunos, alunos meus e da ruiva.

-- Droga! Não toque ne... -- Estiquei o braço e tentei correr, mas logo me contive. Avançar contra o inimigo da ultima vez me rendeu muitos problemas, não podia ser imprudente. Mesmo com a força da natureza fluindo sobre mim, ainda sim, não podia ser tolo. Por um instante duvidei se ela fosse inimiga ou aliada. Mas, aparentemente ela sabia meu nome, e também os dos outros que estavam ali, como? Ela estava nos observando? Suas palavras denunciavam uma possível ameaça. Ela faria algo a nossas vidas? Nossos destinos seriam destruídos por ela? Era uma possibilidade, mas ainda sim poderia ser só um jeito estranho de falar, a pulha atrás da orelha coçava com essa situação, eu não sabia bem o que fazer.

-- Você me conhece? Deixe as crianças onde estão....ou eu ire tomar uma atitude! Já eliminei sua amiga, Agatha não é? Ela já virou pó, se não deixar as crianças para lá, será você -- Ameacei. Sim, eu ameacei. Poderia ser imprudente se ela for realmente uma inimiga, mas se fosse aliada faria algo para provar isso. Eu precisava saber quem ou a quem ela estava aqui para ajudar, nós, konoha, ou a invasora, o inimigo.

Depois que essa situação fosse resolvida, um garoto de roupas brancas aparecia para mim. Seus olhos vermelhos eram curiosos, ele também possuía um doujutsu? Talvez eu devesse recolher amostras dele também?

-- Maquiavel...Esta tudo bem, precisamos proteger as crianças de qualquer jeito, além de que...ela era um oponente interessante - Assim que suas palavras de conforto e gratidão seçavam, ele já tocava no assunto de minhas amostras. Minha reação foi segura e firme minha espada em mãos. Meu rosto provavelmente denunciava o desgosto com aquilo. -- Não me leve a mal, mas isso não tem nada haver com você. Me julgar na ilegalidade é uma acusação séria não acha? Você diz sobre iinformação mas se quer sabe o que acontecerá, esta apenas julgando sem saber ou conhecer nada. A informação move, o mundo, mas para que fique mais tranquilo eu te explicarei melhor...Tenho conhecimentos em medicina, tratamentos vem de experimentação, da próxima vez sem isso sua amiguinha ai talvez não sobreviva... - Minha paciência para aquilo já estava acabando, eu só desejava sair dali e me dedicar as experiências. Ao vê-lo estender sua mão avancei, não para ataca-lo mas para passar por ele e seguir em frente, deixando-o apenas com minhas próximas palavras, que para minha própria ruina, denunciavam um tom um pouco mais frio e ruim do que gostaria -- Logo, você me agradecerá por isso...além disso, se quiser pode passar no complexo Uchiha depois, eu mesmo as lhe mostrarei, é claro se não tiver medo de se tornar "uma experiência ilegal e maligna" -- Apesar do descaro, eu não estava tão confiante quanto gostaria, em meu interior sabia que não seria bom que todos soubessem, afinal lutei muito para ter aquilo, e enfrentaria o mundo se fosse necessário manter isso em minha posse.

-- Hitsugaya --
* Técnicas e Equipamentos linkados *

- Hitsugaya ainda esta ligado no 220! Muito desconfiado, por que ne, a invasora caiu do céu e agora outra aparece.
- IIlusionista, pqp, vem pro pau kkk

30[Evento] Dia do Professor - Final - Página 2 Empty Re: [Evento] Dia do Professor - Final em Ter Dez 10, 2019 8:06 am

Um

Um
Staff
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Os gennins ocupados em suas próprias mentes, ocupados em cirurgias, em conflitos internos e êxtases de felicidade mal viam Karura adentrar a cena. Eles tomavam ela por um instante em sua atenção, ouviam o lamento dela para com a invasora. Ficará claro, na mente das crianças que ela e Agatha, a invasora, eram no mínimo conhecidas ou algo deste gênero. Quando Karura, a mulher de longos cabelos roxos se aproximava dos infantes, daqueles que choravam em medo, Hitsugaya ficava preocupado, verbalizando ameaças. Era de se esperar que pelo menos um deles, tomasse essa iniciativa, afinal dois deles haviam enfrentado céus e terras simplesmente para os defender.

- O quão tolo você é? Seu olhos especiais te permitem ver muito, mas não o necessário. Hitsugaya - Após colocar os infantes em bolhas rosadas, ela desaparecia. Em menos uma piscada da pálpebra de todos, ela estava cara a cara com o garoto meio Hyuuga, meio Uchiha - Eu sou muito bondoza, mas não tenho paciência para ameaças vazias, mesmo agora, banhado pela mãe natureza, tu é fraco...Vai precisar se decidir, não á como a vontade do fogo e a maldição de ódio seguirem juntas - Enquanto ela falava, o clima entre Hitsugaya e ela era tenso. Sua energia benevolente, mas incrivelmente séria e ríspida acanhava o garoto. Ela tocava na testa de Hitsugaya e seu selo misteriosamente se recolhia, deixando o garoto sem sua energia natural. Aquilo o fazia cambaleante para trás

Não demorava para que uma outra voz viesse, Rize começava seu discurso alterada e com razão, pelo menos em sua própria mente. Karura a encarava se virando e estendia a mão, como se a mandasse ficar calada. Aquilo apenas a deixava mais furiosa.

Uma bolha de água flutuava por trás da menina e derramava sobre ela, o arco de Rize, dentro da bolha batia em sua cabeça
- Você diz sobre ser a deusa de seu próprio destino, mas é tão fraca quanto um grão de areia em uma tempestade, não haverá destino para você se continuar assim. Deve falar menos e fazer mais - Karura soltava um sorriso, que apesar de bonito exibia um descontentamento.

Quando Maquiavel se aproximava, Karura o ignorava, passando por ele tão rápido que só a brisa de seus movimentos levantavam as roupas do garoto. Ela se encontrava abaixada ao lado de Asami. Estendendo a mão, uma esfera rosada surgia que penetrava no corpo da garota, instantaneamente seus olhos começavam a dar sinais de acordar.
- Jaavas, escute com atenção, teve sorte hoje, mas se um corvo estiver em konoha novamente, precisarei ir a Kiri pessoalmente - Karura sorria, um sorriso sincero, mas repleto de intenções que provavelmente apenas Maquiavel poderia entender. - Você nao poderá ficar na sombra dele por muito tempo...aproveite o quanto pode - Ela se levantava enquanto falava.

Com Asami abrindo os olhos, ela estendia sua mão - Asami, é um prazer conhecer você, mas é uma pena que ainda esteja tão afetada com os contos antigos de nosso povo...Talvez um dia você esteja pronta para cumprir o que veio fazer -

Caminhando em direção as crianças ela estampava um dedo e as bolhas começavam a se aglomerar ao redor dela
- Irei levar eles para o hospital e para a clinica de tratamento infantil...Depois que resolverem suas pendências, o Hokage os espera. Ah eu já quase me esquecia, se lembrem crianças, konoha não precisa de Corvos, Tolos, Cobras ou anjos, já temos os nossos... Parem de rastejar por ai, ou eu mesma os pararei. E se ainda estão confusos, eu sou Zazan Karura, o anjo do tempo, e como o tempo, vocês não poderão fugir de mim - Ela soltava uma gargalhada enquanto começava a se retirar.

As palavras de Karura batiam forte nas mentes dos gennins, mas mesmo com tal impacto Maquiavel e Hitsugaya se estranhavam, eles tinham suas diferenças a serem corrigidas. O que aconteceria a seguir?

Extras escreveu:

  • O evento em si esta finalizado.
  • Deixarei mais algumas rodadas se for do interesse de vocês para que Maquiavel e Hitsugaya se resolvam. Após isso as recompensas serão entregues.
  • A continuação dos arcos do RPG começará com duas Missões em equipe no dia 20. Por isso estejam prontos neste dia para isso.
  • Caso não tenha ficado claro: Rize esta molhada pela bolha de Karura e com seu arco caído a frente dela, Asami acordou graças a Karura, Hitusgaya teve seu selo "regredido".

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