Naruto - Boruto RPG

Você não está conectado. Conecte-se ou registre-se

[Campo de Treinamento] Time 13

Ir em baixo  Mensagem [Página 1 de 1]

1[Campo de Treinamento] Time 13 Empty [Campo de Treinamento] Time 13 em Sab Ago 24, 2019 9:25 pm

Ilusionista

Ilusionista
Narradores
Narradores
[Campo de Treinamento] Time 13 Latest?cb=20140827195433&path-prefix=pt-br

Observação: Aqui ocorre os treinamentos - tanto individuais quanto coletivos - do Time 13 (Maquiavel, Asami, Rize e Kaneki)

Ver perfil do usuário

2[Campo de Treinamento] Time 13 Empty Re: [Campo de Treinamento] Time 13 em Dom Ago 25, 2019 1:25 pm

Ilusionista

Ilusionista
Narradores
Narradores
Treinamento Individual I: Asami
Asami POV

Meus dedos, ainda que não pudessem dizer que são imaculados a crueza de nosso mundo, sabem aproveitar um momento de paz. Eles estavam tocando a água do lago, azul e pura como apenas em um conto de fadas seria. As ondas massageavam a palma de minha mão, desbravaram seus caminhos e cicatrizes: coisas que uma câmera não pode ver, coisas que ninguém está interessado em saber.
Suspirava, um pouco receosa do que o futuro me guardava. Não sabia se vier aqui sozinha era o certo a se fazer. Meu passado não me condena entretanto, também não é nem um pouco gentil comigo. Tenho marcas gravadas na minha carne para me lembrar disso. Agora, um pouco distante do lago, meus pés estavam nus: sentindo as formigas, as pequenas vidas, subindo em sua alçada.
Sua existência, diferente da minha, era breve: era simples. Sem sorriso falsos, sem mentiras descaradas. Apenas a natureza, crua e verdadeira como ela é. Eu as invejo, eu trocaria de lugar com elas se pudesse. Observo-a visitando meus dedos dos pés, caminhando em minha unha feita com esmero - e com os melhores produtos que uma pessoa pode comprar. De meu passado, a vaidade em um de seus fantasmas: o meu pecado.
- É melhor sair de mim, amiga… Ser afogada é uma sensação horrível, acredite em mim.
Balancei meus pés, fiz ela ir embora. Seguir com seu dia tal como eu faria. Estava um pouco insegura, não sabia se vir aqui sozinha era uma decisão sabia a tomar. Meu passado não me condena, entretanto, ele não foi o homem mais gentil comigo, sutil. Tinha marcas em minha carne que não permitiam mentiras sobre isso: a minha boca, por vezes, só cabia o silêncio.
O canto de um pássaro, ainda que distante, era uma das poucos coisas que me garantiam que estou viva. Por vezes, enquanto encaro esse lago, posso ver coelhos passando: eles eram pequenos e me olhavam com curiosidade. Pareciam puros, de uma inocência que não mais me pertencia: de uma inocência que me foi tirada antes mesmo que eu tomasse conta de sua existência.
Eles, esses seres que tanto me contemplam, são rotulados de irracionais por alguns. Porém, é aqui que sou presenteada com a ironia: Talvez, em muito tempo, seus olhos pronunciados e escuros são os únicos que não me atingem com cobiça: com os vícios do Homem. Seja por poder, seja por fama, todos vivem um teatro de sorrisos falsos e amizades fugazes. Em minha infância, que no agora parece tão distante, essa era a realidade que me chegava.
- Isso era tua história, antes… Antes. Não precisa ser essa história mais.
Sabia que estava sozinha, sozinha de gente como eu. Porém, por teimosia, ainda sussurrava algumas palavras - algumas lorotas - para mim mesmo. A Verdade era que, enquanto eu apreciava essa minha singela fuga da realidade, eu era muito boa nos jogos da alta sociedade. Sempre sob os olhos mortos das câmeras, do efêmero brilho de seus Flashs, era uma princesa de longos fios ruivos presa no pico de uma torre encardida.
Mas, conhecem o ditado, é melhor ser rainha no inferno que um mera estátua, uma serva, no Paraíso.
Dando adeus aos meus devaneios, faço um selo de mão. Era delicado, quase como uma arte, era assim que eu descreveria esse ato. Um segundo se passou e a grama, a mesma onde meus pés repousavam, parecia ter se assustado. Minha energia, meu Chakra, ao resto do mundo se apresentava: ele não era tímido, muito pelo contrário, ele parecia ansiar pela possibilidade de ser visto, pelos instantes que podia ser admirado.
Sentia-o correr por minhas veias, pulsar como se fosse meu segundo coração. Um coração muito mais livre e rebelde do que um dia eu me permitiria. Quem sabe, era por isso que me é tão difícil controlá-lo, domá-lo. Imune ao meu charme, surdo para minhas mentiras doces e comandos, pouco posso fazer além de o assistir se rebater pelo meu corpo, se recusar a ficar em um só lugar. Talvez, de maneira irônica, ele fosse o reflexo do que eu, a sacerdotisa, deveria ser ou, melhor, queria ser.
Demorou minutos, quase uma hora, antes que eu fizesse minha energia se acalmar. Fechava os olhos, mergulhava nos sons - nos hinos - da natureza e respirava de maneira calma. Meu coração, o meu de carne e sangue, quase podia ser ouvido por minhas orelhas caladas. Não sabia bem qual podia ser sua mensagem e, para ser franco, aquilo pouco me importava.
De repente, meus pés nus e sob uma grama agitada, se aquecia. Era a concentração de energia se formando, seu tom ameno poderia ser visto por qualquer curioso. O sol, nessa altura do campeonato, já havia se movido: se preparado para a tarde que logo tomaria seu lugar de direito. Um suspiro escapou de meus lábios, um que dizia aquilo que as palavras não tinha coragem de escrever com meus lábios.
O suor, antes acanhado, estava inibido: escorrendo por minha testa, fazendo sua própria chuva particular. Minhas pernas doíam, imploravam por um descanso que nem tão cedo veria. Posso sentir meus ossos se mexendo, dizendo para eu não continuar: para eu obedecer o saco de carne onde vivia minha alma. Entretanto, com um sorriso discreto e de canto, eu continuava andando até o suor de minha testa se unir com a pureza do lago a minha frente.
Por um instante, um fugaz e leve instante, meu pés tocavam a água. Eu estava, mesmo que por pouco tempo, desafiando as leis da física - do universo. Estava pisando, sentindo as ondas baterem em meus dedos descobertos. O vento era frio, bagunça meus cabelos e, de maneira travessa, brincava com meu equilíbrio tenûe. Apesar de tudo, o risco e a adrenalina me arrancavam um riso: um que não dava as caras desde que conheci aquele de Olhos Avermelhados.
A audácia me fez tentar dar um passo, me tirar da inércia, mas, a gravidade teve seu melhor de mim: a queda, o inevitável e molhado, aconteceu.  
...
Toda a minha roupa havia tomado banho, estava encostada em uma das muitas árvores do local, deixando a natureza cuidar de secar meu cabelo: era como chamas, brasas ao vento, se alimentando do oxigênio. Coelhos, fofos, iam e viam na paisagem, curiosos com a intrusa que vinha nos visitar. Eu apenas sorria para eles, cansada demais para trocar algumas - mesmo que breves - palavras ao vento.
Entretanto, algo começou a acelerar meu coração, algo que fazia o meu Sino acordar de seu descanso. Diante de mim havia um homem de armadura: uma armadura que, por sinal, havia sido maltratada pelo tempo. Estava enferrujada, comida pelos vermes que se mostravam ao sol sem nenhum pudor.
- Não, Não aqui… você não pode ter me seguido até aqui!
Minha garganta inflama com meu grito e o eco de terror assustava os animais - que antes - eram meus amigos. Somente cabia a mim assistir, ver o rosto daquele que comandava a arcaica armadura: era apenas um esqueleto, sem vida, o crânio de alguém que deixou de pisar nessa terra há muito tempo. Não saia som de seus lábios, apenas vermes entravam e saiam de sua boca caída.
Por instinto, atirei uma rajada de energia nele que, como um fantasma, nada sentiu. O tiro apenas cortou o vento até uma árvore do outro lado receber, de minhas mãos, um presente: um buraco profundo em sua carne.
O Homem de Armadura desapareceu, deixando-me sozinha com o canto dos pássaros… com o único canto que me lembra do que era realidade.  
Encerramento do Treinamento I

Atributo Treinado: M.CH
Detalhes:

- Antes de formar a equipe, cada um dos membros treinava isoladamente aqui. Asami sempre treinava na manhã, Rize a tarde e Maquiavel - curiosamente - a noite.
- Gostaria de saber se é esse tipo de treinamento que deseja, por gentileza. Estava em dúvida se esse foi muito grande.
- A ideia da Asami precisar treinar controlar melhor o CH veio da sua reserva - para um Gennin - vasta de energia. Assim, quis fazer o Status ter um reflexo na personagem. Por isso, ela ainda não conseguiu realmente "andar sob a água" apenas "permanecer em pé sob a água" por um momento.
- Se Permitir, os outros dos primeiros treinos individuais - de Rize e Maquiavel - terão referências entre si, já que acontecem no mesmo lugar/período. O intuito é dar um sentimento de continuidade isolada.
- Originalmente teria mais detalhes, dela descobrindo o lugar mas, infelizmente, foram perdidos. Espero que não faça tanta falta.
Grato.

Ver perfil do usuário

3[Campo de Treinamento] Time 13 Empty Re: [Campo de Treinamento] Time 13 em Dom Ago 25, 2019 3:17 pm

Um

Um
Staff
Staff
Avaliação
O texto ficou muito bom, gostei bastante de todas as emoções da personagem, mas sinto que o treinamento ficou em segundo lugar. O treinamento pareceu perdido entre todas as emoções e sensações da personagem, não senti que foi realmente um treinamento.

Não existe nenhum problema com eles treinaram todos no mesmo local, é interessante que coloque consequências dos treinamentos de cada um no local, como se por ventura um deles destruir o solo, o outro encontrar o local com aquela destruição, dando assim continuidade e a sensação de que "outros também usam esse lugar".

Como citei antes, o texto ficou ótimo, mas o treinamento ficou perdido no meio de tudo - isso refletiu na recompensa - , poderia se focar mais no treinamento, deixando um pouco menor e mais relacionado diretamente a ele.

Recompensa: 1 M.CH e 5xp

Ver perfil do usuário

4[Campo de Treinamento] Time 13 Empty Re: [Campo de Treinamento] Time 13 em Sab Ago 31, 2019 1:29 pm

Ilusionista

Ilusionista
Narradores
Narradores
Treinamento Individual I: Rize

Rize POV
O sol estava aos poucos chegando em seu auge, no medo dia tão esperado. Se eu estivesse em casa, eu estaria almoçando com meus pais e discutindo os próximos afazeres... O que, em sua grande maioria, se resumiria ao puxar o saco da nobreza e garantir que seu ego continuasse inflamado. Mas, me digam, do que serve uma realeza que não suja as mãos pelo seu povo? Todos eles viviam em sua bolha pessoal, preocupados demais com seu umbigo, para notar as necessidades de seus servos, os desejos daqueles que dariam sua vida por eles.
A grama toca meus dedos nus, fazendo um pouco de mimo em meus pés calejados. As cicatrizes em meu corpo não me deixavam em paz, mesmo sob o silêncio pleno da natureza, elas gritavam: não descansariam até que a raiva em meu coração engolisse tudo a sua volta, corresse por todos os caminhos - todas as trilhas - de minha carne.
A emoção era meu governante mais atroz, fazia eu puxar a corda de meu arco com força, quase como se estivesse sufocando algo ou alguém no processo. A flecha estava alinhada com esmero, dona de um  foco que invejo. Meu olhar, por sua vez, tentava seguir esse exemplo. Uma frieza, ainda que não totalmente franca, me abocanhava aos poucos. Um mero segundo passou e, tal como a flecha, o vento cortou.
O barulho logo cessou, alguns pássaros na proximidade alçaram voo - o temor era seu motor, eles sabiam que minha seta havia acertado seu alvo: um tronco ordinário, um entre muitos nessa floresta,  que teve a sorte de ser algo mais: a sorte de me ajudar com meu sonho, com o futuro que, de degrau a será meu.
Afego, ainda que de maneira breve, os dedos das mãos. Não havia nada de novo neles, são calejados como o resto de tudo que me pertence. Com um dos meus braços extras, musculosos e firmes, capturo uma flecha a mais de minha aljava. Tirando a ponta, sua estrutura era feita de madeira. Uma madeira que, como eu, era áspera e arredia.
A flecha estava pronta e a corda do arco, mais uma vez, era puxado com violência. Mesmo muda em meus lábios, aquele ato dizia tudo aquilo que minha boca não podia dizer. toda rebeldia, toda amargura, cozida em meu interior. Houve a calmaria, a mesma calmaria que nós visita antes da tempestade - nesse caso, era o projetil instantes antes de viajar até o seu alvo: instantes antes do tronco ser perfurado e, como eu, ficar para sempre marcado.
De maneira modesta me ajoelhei, clamei pela terceira flecha. A sua ponta, diferente das outras, não gozava da perfeição. De fato, arrisco dizer que estava um pouco enferrujada. Porém, meus olhos apenas se reviraram por um breve momento, esses pequenos detalhes de pouco me abalava. Apenas um único minuto eu precisava para preparar tudo, puxar a corda e posicionar essa seta pateada em seu canto.
A respiração, dessa vez, traiu-me de maneira vulgar. Mesmo com meu olhar estreito, visualizando aquele tronco cheio de furos, algo me faltava, ou melhor, algo me assombrava. Podia ouvir meu coração acelerar e ódio - que tanto tento espulgar - se acumulando sem, nem a sua própria liberdade, ter. Ofegante, confusa, a flecha que disparei era apenas meu reflexo distorcido no espelho e, como tal, fez seu caminho pela floresta se perdendo.
- Merda, eu só tenho seis flechas, meus pais vão me matar se voltar pra casa sem uma...
Anunciei com um tom pouco ameno, meio exausto, enquanto largava meu arco aos cuidados da natureza e corria em direção ao projétil perdido.
...
 
Alguns minutos se passaram e, em meio ao verde vasto, minha esperança de achar a flecha era, aos poucos, assassinada. Para piorar a situação, havia coelhos e insetos por todo lado. Todos almejando um pouco de minha atenção, todos buscando uma serva para chamar de sua. A natureza não era diferente de onde vim, apenas não mascarava suas intenções com palavras bonitas e uma tradição idiota.
Cheguei próximo a um lago onde, por pouco, minha flecha não era puxada. Entretanto, diante de mim, uma mistura de medo e curiosidade se fazia presente: em uma das árvores, após as águas puras que, por muito pouco, não me presentearam, vi um grande buraco em um dos troncos: grande e denso. Perguntei-me, mesmo em um silêncio fugaz, o que teria feito aquilo: deixado sua marca no mundo, uma marca de poder, que talvez eu nunca haveria de conseguir.
Por fim, retorno ao meu treino. Ainda falta muito para a noite.

Encerramento do Treinamento
Atributo Treinado:

- Destreza, através do uso de arco e flecha

Detalhes:

- Não sou muito experiente com treinos, estou lutando para equilibrar a parte do Treinamento em si com o Desenvolvimento/coerência com o personagem. Espero ter conseguido algum progresso, sugestões são sempre bem vindas.
- O "buraco" numa árvore que Rize achou próximo ao lago foi o mesmo feito por Asami em seu primeiro treinamento.

Ver perfil do usuário

5[Campo de Treinamento] Time 13 Empty Re: [Campo de Treinamento] Time 13 em Dom Set 01, 2019 9:32 am

Um

Um
Staff
Staff
Avaliação
Conseguiu fazer um treinamento melhor desta vez, gosto de como faz a ambientação das emoções e de como Rize pensa sobre a relação família principal e família secundaria.

Mas, acredito que o treinamento esta um pouco simples, não vi muito esforço do personagem. Para Rize que possui alguma pontuação em destreza apenas disparar uma flecha é algo simples, pense em como poderia melhorar isso, alvos móveis? Alvos menores? Crie uma "situação de treinamento", onde existe um objetivo "acertar alvos pequenos" ou algo do gênero e comece a desenvolver essa idéia, mesmo que ele não seja alcançado verdadeiramente neste momento, mostre um certo esforço por parte do personagem.

Os treinos não necessitam de textos longos - apesar de não ser mal isso - os treinamentos devem ser "simples e rápidos" para que assim consiga fazer um maior volume de treinamentos.

Você pode se utilizar do recurso de "não mostrar o treinamento inteiro" como fez ao dizer que ainda faltava muito para a noite, porém mostre pelo menos o início - talvez mais atrapalhado e errático - e o fim - os resultados e avanços, mesmo que pequenos - dos treinamentos.

Recompensa: 2 DES e 5xp

Ver perfil do usuário

6[Campo de Treinamento] Time 13 Empty Re: [Campo de Treinamento] Time 13 em Ter Set 03, 2019 5:44 pm

Ilusionista

Ilusionista
Narradores
Narradores
Treinamento Individual I: Maquiavel

Maquiavel POV
Fazia algum tempo que não treinava com meu pai ou, em alguns casos, com seus subordinados. Geralmente havia o rastro de sangue, o aroma da morte sempre me circulando nessas horas. Entretanto, desde que cheguei na vila, sinto que amoleci: minha lâmina não anda mais tão movimentada, tão suja, quanto era antigamente.
Invés disso, eu estava sentado; encostado em um tronco cheio de furos. Toquei-os antes, são curtos e finos... O poder de perfuração era alta, talvez algo de metal lhe foi lançado: lançado em alta velocidade. Provavelmente, uma dúzia de Kunais ou flechas.
Entretanto, meu pensamento não se concentrava mais nisso. Abalado pelos sons, os ecos, dos grilhos eu lia um livro. Era sobre estratégia e eu, de maneira faminta, rapidamente devorava suas páginas. Ainda que prazeroso, era algo que ia contra aquilo que me foi dito para fazer: aquilo que foi dito para ser meu treino. Treinamento, estudo, não era filho da Diversão mas sim, filha da disciplina.
Os últimos pensamentos viam como se a voz não fosse minha - vinha como se meu pai, mesmo separado por mares, sussurrasse em meu ouvido acanhado.
- Em uma guerra, o general deve evitar dividir suas tropas: abrir duas frentes de batalha embora, por vezes tentador, exige maior quantidade de recursos... - Dizia em voz alta e, como uma criança, me permitir acreditar, ainda que por segundos breves, que isso afastaria o bicho papão. - Não inicie uma batalha sem saber seu território pois, aquele que domina o terreno, em ultima instância, domina o tabuleiro...  
Respirava fundo e, por mais que estivesse atormentado, tentei explorar as profundezas desse livro. Lendo-as com esmero, passando uma página a cada par de minutos que se passava. A noite envelhecia e, enquanto horas se foram, a lua perdia seu brilho. Porém, mesmo tarde da noite, meus lábios não paravam de ecoar - timidamente - as palavras que saltava em seus olhos.
- O estrategista nato é aquele que vence sem gastar tropas, que usa o dialogo - a política - como forma de travar embates sem perder seus soldados... - Dizia antes de fechar o livro, estava em seu fim e a luz, a luz do sol, as poucos invadia meu lugar.

Fim do Treinamento Individual


Atributo Treinado:

Raciocínio - ao ler o livro sobre estratégia durante a noite.

Detalhes:

- Treinamentos infelizmente continuam sendo meu ponto fraco. Tentei ser sucinto, mas, creio que a qualidade caiu um pouco: não estava muito criativo hoje , sorry.
- Pensei em treino, depois desse, do personagem analisando e deduzindo o que acontecia nesse campo - com as marcas de flechas deixadas por Rize ou o "buraco" deixado por Asami após usar seus poderes em uma árvore. Entretanto, o que acha da ideia?
- Usei como base alguns trechos de Arte da Guerra, de onde tirei as inspirações para as falas solitárias do personagem.
- O Conflito é a transição entre os treinamentos "mais calmos" que o PP faz em Konhoa aos treinamentos mais severos/desumanos que ele aprendeu com o seu pai - eles já começaram a ser apresentados no Filler de Maquiavel e Asami.

Ver perfil do usuário

7[Campo de Treinamento] Time 13 Empty Re: [Campo de Treinamento] Time 13 em Qua Set 04, 2019 7:32 am

Um

Um
Staff
Staff
Avaliação

Diferente de seus treinamento anteriores, este foi muito mais sucinto e rápido, mais focado. Gostei do texto em si e deu um ar de intelectualidade ao personagem, algo que acho estar buscando.

No geral, apesar de acreditar que a qualidade caiu, não é necessariamente o caso. O texto ficou realmente menor, mas isso não é ruim, manteve a pegada emocional e a coerência com a historia do personagem sem se prolongar demais, como havia feito nos outros treinos.

Acredito que narrativamente deveria ter indicado que o personagem carregava algum tipo de luz, seja uma lanterna ou uma lâmpada de bolso para conseguir ler durante a noite. Faria mais sentido.

O treinamento ficou rápido e claro, mas seria interessante ao invés de colocar os trechos do livro, colocar um pensamento ou uma rápida analise dos mesmos na visão do personagem.

O conflito interno sobre seu passado pode ser utilizado como inúmeros gatilhos, tanto em seus treinamentos como em suas ações em missões por exemplo, algo como os demais ficarem assustados com a crueldade exibida pelo personagem devido a ele não estar realmente acostumado como os "métodos pacíficos" dessa nova vida em konoha. A ideia de investigar o local pode ser um ótimo gancho para "reunir" o time, como se o personagem estivesse analisando-os antes do time ser formado realmente.

Recompensa: 3 RAC e 5xp

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo  Mensagem [Página 1 de 1]

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum

MensagensUsuários registradosÉ o novo membro