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[Quest - Maquiavel Jaavas] Rize Hyuga - Hinmaru Hyuga

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Integrante: Rize Hyuuga
NPC: NPC - Herança
Quest: Herança
Dificuldade: Médio
Local: Complexo Hyuuga

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Início
- Rize deve adentrar o complexo Hyuga, mas nao encontrará o NPC de imediato
- A partir do post inicial, a quest será narração completa

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'Clima ' :
[Quest - Maquiavel Jaavas] Rize Hyuga - Hinmaru Hyuga Clima_10

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Rize POV
Havia sido um dia comum, eu morava em uma das muitas casas do Complexo Hyuuga. Mas, de maneira resumida, digamos que não tive sorte de nascer como uma nobre. Tinha, assim, que dividir meu quarto com um monte de gente estranha. Privilégios eles tinham e se achavam o máximo por isso. Eles pouco sabem o que é relar, nascer com um destino marcado em sua testa e, ainda sim, por teimosia pura, recusa-se a aceita-lo... Recusa-se a aceitar a narrativa de que ele é imutável.
Ao sair de casa, pude dar uma boa olhada na camisa escura, bastante gótica, que minha mãe costurou para mim. Fazia os meus pares extras e definidos de braços ficarem bastante confortáveis. O tecido era macio e leve.
Pessoas já estavam fazendo sua rotina, indo ao dojo ou vendendo mercadorias. O clima estava ameno, uma coisa rara nessa aldeia esses dias. Essa gente parecia feliz enquanto eu andava, de maneira casual, pelas ruas. Podiam ser praticamente escravos mas, não posso negar, eram o pior tipo deles: os felizes.
Essa realidade me dava nojo. Minha mão, uma das seis que eu possuía, se irritava com esse pensamento e, fugazmente, tinha seu punho cerrado. Era a mesma que carregava meu arco enquanto, minhas costas fortes, cediam seu espaço para minha aljava. Todos em sua zona de segurança, covardes demais para fazerem algo... Lerdos demais para mudar sua própria existência.
Afastei-me dessas ideias na medida que me aproximava, em passos calmos, da parte nobre do complexo.
...
Eu não fazia muita questão de esconder o selo em minha testa, embora, ele normalmente fica-se disfarçado em meio aos meus cabelos - junto ao meu terceiro olho adormecido.
Um sorriso provocante tomava conta de meus lábios, eu gostava quando a família principal me olhava com um certo receio para mim, com um certo medo de minha aparência. Alguns tentavam disfarçar mas, durante meu percurso da rua, poucos conseguiam esse feito. A maioria me via como uma criatura monstruosa ou um plebeu querendo se misturar com a realeza.
Mal sabem eles que logo eu - exatamente eu - seria o topo dessa realeza. Terão que se curvar a mim, engolir um plebeu os governando e, aos poucos, mudando essas regras antiquadas. Esse é meu sonho, minha ambição mais profunda.
Infelizmente, para ter exito nisso, precisaria aprender com um mestre chamado Hinmaru. Não sei onde ele está, tão pouco, como se parece. Porquanto, o pessoal diz que ele é um dos melhores e eu, só aceito ser treinada por nada menos que isso.
- Senhora, sabe dizer onde posso encontrar o meste Hinmaru?
Indagava uma das passageiras da rua, a mais próxima de mim que eu podia encontrar. Eu não estava sorrindo mas, fazia o meu melhor para tentar ser simpática. A senhora, por outro lado, fazia um olhar que, desde a terna infância, eu conhecia: o olhar de "você não deveria se misturar conosco"
- Saia daqui ralé, não sei como não te mataram ao ver seus braços...  - Ela falava em um tom de desdém.
- Olha, vocês do Ramo Principal são tão fortes que nem o Madara, por isso precisam de nós, seus guarda costas... - minha fala era interrompida pelo meu bom senso, não era hora de usar sarcasmo. Não com ela, não com os nobres - Farei isso, desculpe senhora... Meus pais me punirão por minha linguá mal criada.
Ela acabou por se virar e dar as costas para mim, não iria perder mais nenhum segundo de sua vida me olhando: olhando a "escória" que sou.
Eu queria a confrontar, queria muito. Mas, isso significaria meu fim. A morte é o descanso dos sonhos e, meus sonhos, não estão prontos para ir ao caixão. Um único movimento e ela ativaria o selo em minha testa, como um brinquedo que ela pode usar e descartar quando quiser
Com isso, engolindo meu orgulho a seco, buscaria ir em direção aos Dojos, perguntando - de tempos em tempos - se alguém havia visto esse mestre e fosse gentil o suficiente para me responder.

Detalhes:

- Estava um pouco sem criatividade. Mas, considerei começar a história saindo da residência da personagem e, aos poucos, mostrando o preconceito - tanto por ser da família secundária quanto por sua aparência distinta enquanto se adentrava na parte mais nobre do complexo. O intuito era começar a fundamentar suas ambições.

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Rize, uma residente do Complexo Hyuga não parecia tão bem vinda alí como deveria ser, afinal além de nascer na ramificação da família, ainda era mestiça, e sofria grande preconceito por suas características incomuns. Eram poucas as pessoas que se quer olhavam-na, alguns ao olhar apenas reviravam os olhos e se afastavam, outros a provocavam com insultos quaisquer. Apesar de sofrer com tais problemas, ela se mantinha confiante, inclusive usando-se do sarcasmo constante para aliviar um pouco de sua própria tensão, mesmo que por vezes isso aos olhos dos demais, principalmente da família principal fosse dado como insubordinação, forçando-a a as vezes abaixar sua cabeça e fingir que tinha a obediência que eles buscavam.
Depois de muito andar, Rize podia ouvir alguma coisa, derrubadas, passos rápidos, golpes de luta. A frente dela, dentro de um dojo simples, mas claramente nobre, haviam cerca de quatro ou cinco pessoas treinando suas artes do punho gentil.

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